MENU

Poesia Acústica 4

DNASTY REACT - Todo Mundo Odeia Acústico


Original
FALATUZETRÊ REACT
DNASTY REACT
Notícias sobre Poesia Acústica #4
Poetisas no Topo
Poesia Acústica #3

Poesia Acústica #4 - Todo Mundo Odeia Acústico - Bob | Mv Bill | Froid | Djonga | Azzy | Delacruz - Pineapple StormTV

[Intro: Bob]
Salve, Brainstorm Estúdio
Pinneaple, Slim, Malak, Paulo
Contra Corrente tá em casa, ei

[Verso 1: Bob]
No dia em que o mundo perder a cor
Talvez você entenda a verdade
No dia em que tudo perder o valor
Talvez cê me diga, me diga
O que é saudade
Sem que alguém lhe culpe, ou que alguém lhe julgue
Eu vi a inveja comprar o homem
Pro homem comprar algo inútil
Chega ser cômico e lógico



Vê que cê pode ser o próximo
Números de um código
Me diz, porque o ser humano é tão tóxico?
Eu já me cansei dos meus próprios porques
Amar, amei
Tu, eu e hoje eu vim queimar buquês
Fazer valer o sentimento
Não fora, procure dentro
É essa intolerância que ainda vai matar vocês
Vai vendo, nem tudo o vento leva
Eu não tenho preço
Eu só tenho pressa e eu sou o mesmo
Esse é o fim dessa conversa e cê me vê
Mas seu preconceito num te deixa enxergar
Luz, vi pelo espelho o raiar do dia
Sem sombra de dúvidas



O sol é pra quem vive a vida
Amor, amor, amor
Nesse final de semana
Vamo ficar em casa, só eu e você
Amor, amor, amor
Eu, Maria e Joana
Quem sabe só assim pra eu te esquecer
Amor, amor, amor
Nesse final de semana
Vamo ficar em casa, só eu e você
Amor, amor, amor
Eu, Maria e Joana
Quem sabe só assim pra eu te esquecer



[Verso 2: MV Bill]
Eles são coisas estranhas, vivem num mundo invertido
Burocrata pra agir como bandido
Se eu tivesse um Death Note
Colocaria vários nomes
Pra fuder também quem nos deixar fudido (diz)
Liberto como Django Livre
A revolta da chibata mais "Favela Vive"
Proibido proibir falar de racismo
Mimimi é de quem chama de vitimismo
O tiro que mata, mira no alvo certo
Nem tudo que é escravo é liberto



Inimigo é de graça, da porta não passa
Santa protetora tá sempre por perto
Dando proteção (dando proteção)
Para que os inimigo não venham entrar na nossa direção (nossa direção)
Nós estamos de [?] em cada movimento da oposição
Continua fluindo positivamente na nossa canção
(Não tenta não, só pega a visão)
Prefiro estar com ela, num rolé a beira-mar
Na carreta muito louco, ouvindo Anderson Paak
Eu sei que é muito foda, nosso barulho incomoda
Isso é coisa preto na visão de Willian Waack



[Verso 3: Froid]
Choveu semente e cresceu uma planta
Isso tudo fez chover polícia
Encher um ônibus só com os mais bronca
Fecharam mentes, shoppings, avenidas
Comunismo já morreu faz tempo
No cimento da casa da Frida
E o dinheiro morreu por dinheiro
Com a veia entupida porque a morte é viva
O que sobrou pra quem só faz poema?
Acho que isso as vezes vale a pena
Ser a vida, ser alternativa
Pr'uma nova vida e tentar ser apenas
Ser a cena, ser a sua novela
Ser a, ser a, sera mesmo cela
Preso a ela, sério mesmo, a vera



Destruir o inverno tipo primavera
Ganja girl eu tava com saudade
Você lembra bem daquele dia
Eles nunca viram essa magia
Imagina a cara deles, linda
Aquelas cores e aquelas coisas
E lembra muito d'onde eu conhecia
Seus olhos brilham toda vez que eu olho
Faz até o ouro ser bijoteria
Me da calor que eu sou hipotermia
Eu sou Alaska, você já sabia
Eu sei tá lindo, quanto a gente tem
Mas eu nunca esqueço quanto a gente tinha
Filma isso porque o clima
É isso aqui que a gente cria
Faz piada, faça pouco caso
Faça algo, só num banaliza
Acaba logo com essa monarquia
E legaliza, o verde-oliva
Engana o mundo, mano
Leva tudo, mano
Estraga o ser humano
Só num rouba a brisa



[Verso 4: Djonga]
Ela me chamou pro luau
Mas eu odeio acústico
Me disseram: "pra abstrair só dá uns puxo, po"
Me dei ao lixo, ô
De não levá-la pra cama
Talvez por isso ela volte até hoje
Toda semana
Irmão, lá vem ela
Descendo a ladeira
Se deita na cama, eu desço a madeira
Emoção, preocupada com o beijo da fera
Razão, se preocupa com o preço da feira
Quer a sorte de um amor tranquilo
A mordida do gosto da pêra, pera
Te conheço de outras vidas
Eu tenho sete, é que eu sou um gato
Ela diz que se o jogo vira
Vo tá cheio de grana e mulher pra me dar
Já virou há um tempo amor



Eu tô cheio conta e um menor pra criar
Eu tô cheio de ponta e o pior pra fumar, ó
Alcool, sexo, sono
Somos um quando damos a mão
Levei umas mina pra cama que só o sono leva
Eu durmo com a peça do lado, eu tenho sono leve
Se o proceder me chama
Digo que não me espere
O sexo foi longo, o nosso amor foi leve
Ô nanana, ô nanana
Meu vício é correr atrás de tudo aquilo que acredito
Então vê se me esquece, é
Ô nanana, eu vou te falar
Geografia da vida, lógica do morro
Sempre que um sobe outro desce
Falar de paz, só se for com as paredes
Já que até elas tomaram tiro
A angústia do artista que se arrisca
É saber que só o fut' interessa
Que eu não seja mais um adereço
Se lembrar escreve, me endereça
Abre seu peito, vê se me escuta
Eu te amo sua filha da puta



[Verso 5: Azzy]
As vezes me deito na lua
Imagino ser superstar
Daqui observo minha rua
E a mema vontade de poder voar
Quem dera eu encotrar um par de asas
E sair por aí sem direção
Quem dera eu não precisar usar palavas
Pra explica o que tenho em meu coração
Não, não vou desistir
Sei quem sou e hoje vão nos chamar de loucos
Não vou desistir
Sei quem sou e hoje, o chão é muito pouco
Hoje essa rua é minha
Nunca perguntei se seria
E mesmo se ela não fosse
Eu ia lá trilhar



Descalça caminho nas nuvens
Nem sinto falta de sapatos
Se eu chamar a chuva vem
Chegando a destino das luzes
A neblina embaça meus passos
É a hora que os falsos vem
Mas não me vêem
Adeus à lua guia
Ó deus a rua suja
Adeus quem me iludia
Amém ao meu refúgio
Adeus à lua guia
Ó deus a rua sua
Sincera rebeldia
Deixe-nos a sós



[Verso 6: Delacruz]
Identifico a verdade pelos olhos
Sugiro que o faça
Hipócritas, dispenso
Eu adoro quando tudo isso passa
Não decidi sorrir, eu imploro
Eu nem saio de casa
Faz um tempo que não choro
Em quase tudo eu vejo graça
Woman no cry, fire babylon
Deus é pai, me dê sua mão
Me abraça amor, pode ser a solução
Tão simples eu fiz
Da parte triste a diversão
E tudo foi mais simples, eu quis
Transformei tudo num som



Amo carnaval, sou brasileiro
Lavei o rosto, eu sou guerreiro
Zero a zero, eu quero o mundo todo
E no mundo não vou fazer um passeio
Ame seus familiares
Diga que os ama apesar de tudo
Vamos a novos lugares
Novos ares, é um absurdo
A vida é um refrão
Refrão, cantemos juntos
Cada com o seu jeito
Seu tom, [?] crew
Nunca entrei num avião
E eu nem preciso
Realmente sou gavião
E eu tenho o paraíso


[Intro: Bob]
Salve, Brainstorm Estúdio
Pinneaple, Slim, Malak, Paulo
Contra Corrente tá em casa, ei

[Verso 1: Bob]
No dia em que o mundo perder a cor
Talvez você entenda a verdade
No dia em que tudo perder o valor
Talvez cê me diga, me diga
O que é saudade
Sem que alguém lhe culpe, ou que alguém lhe julgue
Eu vi a inveja comprar o homem
Pro homem comprar algo inútil
Chega ser cômico e lógico



Vê que cê pode ser o próximo
Números de um código
Me diz, porque o ser humano é tão tóxico?
Eu já me cansei dos meus próprios porques
Amar, amei
Tu, eu e hoje eu vim queimar buquês
Fazer valer o sentimento
Não fora, procure dentro
É essa intolerância que ainda vai matar vocês
Vai vendo, nem tudo o vento leva
Eu não tenho preço
Eu só tenho pressa e eu sou o mesmo
Esse é o fim dessa conversa e cê me vê
Mas seu preconceito num te deixa enxergar
Luz, vi pelo espelho o raiar do dia
Sem sombra de dúvidas



O sol é pra quem vive a vida
Amor, amor, amor
Nesse final de semana
Vamo ficar em casa, só eu e você
Amor, amor, amor
Eu, Maria e Joana
Quem sabe só assim pra eu te esquecer
Amor, amor, amor
Nesse final de semana
Vamo ficar em casa, só eu e você
Amor, amor, amor
Eu, Maria e Joana
Quem sabe só assim pra eu te esquecer



[Verso 2: MV Bill]
Eles são coisas estranhas, vivem num mundo invertido
Burocrata pra agir como bandido
Se eu tivesse um Death Note
Colocaria vários nomes
Pra fuder também quem nos deixar fudido (diz)
Liberto como Django Livre
A revolta da chibata mais "Favela Vive"
Proibido proibir falar de racismo
Mimimi é de quem chama de vitimismo
O tiro que mata, mira no alvo certo
Nem tudo que é escravo é liberto



Inimigo é de graça, da porta não passa
Santa protetora tá sempre por perto
Dando proteção (dando proteção)
Para que os inimigo não venham entrar na nossa direção (nossa direção)
Nós estamos de [?] em cada movimento da oposição
Continua fluindo positivamente na nossa canção
(Não tenta não, só pega a visão)
Prefiro estar com ela, num rolé a beira-mar
Na carreta muito louco, ouvindo Anderson Paak
Eu sei que é muito foda, nosso barulho incomoda
Isso é coisa preto na visão de Willian Waack



[Verso 3: Froid]
Choveu semente e cresceu uma planta
Isso tudo fez chover polícia
Encher um ônibus só com os mais bronca
Fecharam mentes, shoppings, avenidas
Comunismo já morreu faz tempo
No cimento da casa da Frida
E o dinheiro morreu por dinheiro
Com a veia entupida porque a morte é viva
O que sobrou pra quem só faz poema?
Acho que isso as vezes vale a pena
Ser a vida, ser alternativa
Pr'uma nova vida e tentar ser apenas
Ser a cena, ser a sua novela
Ser a, ser a, sera mesmo cela
Preso a ela, sério mesmo, a vera



Destruir o inverno tipo primavera
Ganja girl eu tava com saudade
Você lembra bem daquele dia
Eles nunca viram essa magia
Imagina a cara deles, linda
Aquelas cores e aquelas coisas
E lembra muito d'onde eu conhecia
Seus olhos brilham toda vez que eu olho
Faz até o ouro ser bijoteria
Me da calor que eu sou hipotermia
Eu sou Alaska, você já sabia
Eu sei tá lindo, quanto a gente tem
Mas eu nunca esqueço quanto a gente tinha
Filma isso porque o clima
É isso aqui que a gente cria
Faz piada, faça pouco caso
Faça algo, só num banaliza
Acaba logo com essa monarquia
E legaliza, o verde-oliva
Engana o mundo, mano
Leva tudo, mano
Estraga o ser humano
Só num rouba a brisa



[Verso 4: Djonga]
Ela me chamou pro luau
Mas eu odeio acústico
Me disseram: "pra abstrair só dá uns puxo, po"
Me dei ao lixo, ô
De não levá-la pra cama
Talvez por isso ela volte até hoje
Toda semana
Irmão, lá vem ela
Descendo a ladeira
Se deita na cama, eu desço a madeira
Emoção, preocupada com o beijo da fera
Razão, se preocupa com o preço da feira
Quer a sorte de um amor tranquilo
A mordida do gosto da pêra, pera
Te conheço de outras vidas
Eu tenho sete, é que eu sou um gato
Ela diz que se o jogo vira
Vo tá cheio de grana e mulher pra me dar
Já virou há um tempo amor



Eu tô cheio conta e um menor pra criar
Eu tô cheio de ponta e o pior pra fumar, ó
Alcool, sexo, sono
Somos um quando damos a mão
Levei umas mina pra cama que só o sono leva
Eu durmo com a peça do lado, eu tenho sono leve
Se o proceder me chama
Digo que não me espere
O sexo foi longo, o nosso amor foi leve
Ô nanana, ô nanana
Meu vício é correr atrás de tudo aquilo que acredito
Então vê se me esquece, é
Ô nanana, eu vou te falar
Geografia da vida, lógica do morro
Sempre que um sobe outro desce
Falar de paz, só se for com as paredes
Já que até elas tomaram tiro
A angústia do artista que se arrisca
É saber que só o fut' interessa
Que eu não seja mais um adereço
Se lembrar escreve, me endereça
Abre seu peito, vê se me escuta
Eu te amo sua filha da puta



[Verso 5: Azzy]
As vezes me deito na lua
Imagino ser superstar
Daqui observo minha rua
E a mema vontade de poder voar
Quem dera eu encotrar um par de asas
E sair por aí sem direção
Quem dera eu não precisar usar palavas
Pra explica o que tenho em meu coração
Não, não vou desistir
Sei quem sou e hoje vão nos chamar de loucos
Não vou desistir
Sei quem sou e hoje, o chão é muito pouco
Hoje essa rua é minha
Nunca perguntei se seria
E mesmo se ela não fosse
Eu ia lá trilhar



Descalça caminho nas nuvens
Nem sinto falta de sapatos
Se eu chamar a chuva vem
Chegando a destino das luzes
A neblina embaça meus passos
É a hora que os falsos vem
Mas não me vêem
Adeus à lua guia
Ó deus a rua suja
Adeus quem me iludia
Amém ao meu refúgio
Adeus à lua guia
Ó deus a rua sua
Sincera rebeldia
Deixe-nos a sós



[Verso 6: Delacruz]
Identifico a verdade pelos olhos
Sugiro que o faça
Hipócritas, dispenso
Eu adoro quando tudo isso passa
Não decidi sorrir, eu imploro
Eu nem saio de casa
Faz um tempo que não choro
Em quase tudo eu vejo graça
Woman no cry, fire babylon
Deus é pai, me dê sua mão
Me abraça amor, pode ser a solução
Tão simples eu fiz
Da parte triste a diversão
E tudo foi mais simples, eu quis
Transformei tudo num som



Amo carnaval, sou brasileiro
Lavei o rosto, eu sou guerreiro
Zero a zero, eu quero o mundo todo
E no mundo não vou fazer um passeio
Ame seus familiares
Diga que os ama apesar de tudo
Vamos a novos lugares
Novos ares, é um absurdo
A vida é um refrão
Refrão, cantemos juntos
Cada com o seu jeito
Seu tom, [?] crew
Nunca entrei num avião
E eu nem preciso
Realmente sou gavião
E eu tenho o paraíso


Mais de sanderlei.com.br

Música - Song
Em alta - Trends - Hot Videos
Tudo que rola no mundo musical, incluindo Billboard hot 100, música brasileira e muito mais.

PDF Domínio Público
Livros em PDF para Download
Lista completa de Livros em PDF para Download em Domínio Público

Just Go - Viagem Volta ao Mundo
#JustGo - Sanderlei Silveira